segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O CORAÇÃO SEM AMOR SÓ SE EXALTA


 O CORAÇÃO SEM AMOR SÓ SE EXALTA

Henry Drummond, grande pregador inglês, disse: "Depois de ter andado pelo mundo inteiro fazendo suas belas obras, o amor se esconde, até de si mesmo."

O coração humano anseia por reconhecimento. Não deseja que permaneçam ocultas as suas boas ações - e é aí que muitos caem na armadilha de Satanás!

Depois que Deus efetua em nós "o realizar, segundo a Sua boa vontade" (Filipenses 2:13), o tentador aparece e nos leva a vangloriar-nos das maravilhosas coisas que fizemos.

Qual é a solução? Nunca pare para vangloriar-se. Fixe a mente em Jesus e continue a permitir que Deus efetue Sua boa vontade através de você.

Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. João 13:35.

Algumas pessoas, hoje, tentam fazer-se passar por cristãs, mas falta-lhes o amor fraternal que, segundo Jesus, caracterizaria Seus seguidores.

Os cristãos primitivos viveram numa época em que a prática do cristianismo podia significar o martírio, mas ainda assim demonstravam o seu amor fraternal, arriscando a vida para ajudar seus irmãos perseguidos; em alguns casos, obtinham inclusive a relutante admiração dos perseguidores.

Tertuliano, um escritor cristão do segundo e terceiro séculos, citou a declaração de um oficial pagão desta maneira: "Veja como esses cristãos se amam uns aos outros."

O amor fraternal não é um manto que se "veste" para convencer os incrédulos, mas uma qualidade que brota naturalmente de um coração amorável.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O CULTO DOS GANSOS



O CULTO DOS GANSOS 


 "Existe uma parábola contada por um filósofo dinamarquês: É a história de um grupo de gansos que frequentavam uma igreja evangélica. todos os cultos lá se iam eles, bamboleando, naquele conhecido e engraçado andar característico de ganso, até a igreja.

O pastor-ganso pregava sempre o mesmo sermão: "Meus irmãos, não precisamos andar sobre a terra, presos a este lugar, sabes que temos asas. Podemos alçar nossas asas e voar até as regiões mais distantes, lugares que nem sonhamos, subir até os climas mais abençoados". ...


A gansarada toda dizia: "AMÉM", em altas vozes. Terminado o culto, lá se iam os gansos, bamboleando, como sempre, de volta para suas casas. Ouviam a mesma mensagem todos os cultos, todas as semanas, diziam AMÉM e ALELUIA a tudo que era pregado e continuavam na mesma vida.

Realmente era uma ADORAÇÃO acomodada, SEM OBJETIVOS, sem sentido, sem mudanças, sem metas, sem sonhos, sem planos...

Esta parábola quer nos mostrar que este é um problema que não se restringe só aquela igreja dos GANSOS, mas a qualquer igreja por aí, talvez a nossa, talvez todas.

A DIFERENÇA ENTRE O QUE DIZEMOS NO CULTO E O QUE FAZEMOS LÁ FORA É GRITANTE.

A verdadeira adoração nos transforma por causa da presença do PAI que nos abençoa, de JESUS que nos santifica e do ESPIRITO SANTO que nos dá o entendimento. O resultado é um cristão verdadeiro com a mente renovada e uma vida santificada pra valer!!!!

E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. (Tiago 1:22)

CRISTÃOS COM PERSONALIDADES DIFERENTES




CRISTÃOS COM PERSONALIDADES DIFERENTES
Em l Samuel, capítulo 30, Davi e seus homens estavam envolvidos em uma vitória sobrenatural. Aqueles que estavam muito cansados para irem à batalha foram instruídos a permanecerem e manterem-se de guarda com a bagagem.
Ao voltarem da batalha, alguns "homens maus" não quiseram compartilhar o despojo com aqueles que ficaram para trás e não haviam lutado.
A resposta de Davi foi um decisivo não, porque aqueles que protegeram a bagagem eram merecedores do despojo tanto quanto aqueles que haviam lutado.
Davi realmente não se esqueceu de que aquela vitória pertencia a Deus. E, afinal de contas, qual o propósito de se sair para a guerra para ganhar mais, se há a possibilidade de se perder o que já se possui?
Em nosso meio, há aqueles que Deus coloca na linha de frente para participar do Seu trabalho sobrenatural - que nunca deve ser visto como o nosso trabalho - e aqueles que Deus coloca no encargo da bagagem (aquilo que já se tem em posse), os quais receberão a mesma recompensa.
Deus não mostra parcialidade. O primeiro será o último e o último, o primeiro. Deus cria aqueles com grande talento, habilidade e inteligência; ninguém cria a si próprio. Portanto, é Deus quem deve se orgulhar, e não nós.
Ouvimos os pais se orgulhando da inteligência, dos talentos, das habilidades nos esportes ou da aparência do filho.
Onde se encontra Deus em tal orgulho e exaltação de uns sobre os outros?
Nessa atitude se demonstra parcialidade e carnalidade! O orgulho não é bom, é contrário a Cristo.
Há aqueles cristãos que se colocam à parte, se utilizando, por exemplo, dos títulos e das honras.
Fico sempre imaginando o dia em que estaremos diante do Se¬nhor para recebermos um nome que ninguém conhece. Se usávamos um título terreno para recebermos glória em vida, o Senhor nos daria um nome que refletisse os nossos desejos egoístas?
Perceba que o talento, as habilidades e a inteligência são relativos. Cada personalidade tem seu exclusivo propósito e utilidade (l Coríntios 12).
Temos diferentes dons, profissões, manifestações, corpos e nacionalidades, mas temos o mesmo Espírito.
Cada um de nós é um indivíduo diferente e, ainda assim, somos todos um só; juntos, experimentamos a plenitude.
Paulo encorajou aqueles que não estavam contentes com a sua personalidade (e, por isso, julgam a Deus, seu Criador) a se amarem como são e, ao mesmo tempo, a não buscarem glória pessoal pela maneira como Deus os fez.
escrito por Mike Wells

LEVAI AS CARGAS UNS DOS OUTROS

É pesado, mas não é um peso para mim!

Um missionário americano caminhava pelas ruas centrais de uma cidade chinesa. Chamou-lhe a atenção que algumas crianças, que eram maiores, carregavam outras crianças, menores, em suas costas.

Ao mesmo tempo em que as carregavam, brincavam e se divertiam como se nada houvesse de estranho ali.

– Deve ser muito ruim ter de carregar um fardo tão pesado enquanto brinca – disse o americano, tentando ser simpático com um pequeno menino.

– Ele não é um fardo e nem um peso, ele é meu irmão – retrucou rapidamente o garoto.

O missionário meio sem jeito, disse ainda ao garoto, já tirando da carteira um “agrado” para abençoar a vida daquele menino:

– Bem, sua atitude mostra o quão nobre e cavalheiro você é, pois seu irmão, apesar de pesado, não é um peso para você!

Ao retornar para casa, o missionário reuniu a sua família para contar sobre a viagem e  disse:

– Um pequeno menino chinês me ensinou o significado mais completo das palavras: “levai as cargas uns dos outros” (Gálatas 6.2).

O missionário contou cada detalhe de sua experiência a família e acrescentou:


– Se um menino chinês pode carregar e cuidar de seu irmão sem considerá-lo um fardo, nós também devíamos não considerar um fardo o transportar nossos irmãos, mais fracos e necessitados, que nos procuram buscando ajuda

A PENEIRA

Enchendo-se do Senhor como uma peneira?

Três jovens, a fim de entenderem melhor uma passagem bíblica, chegaram para o seu pastor e perguntaram:

– Pastor, a palavra diz “enchei-vos do Espirito Santo”, mas estamos muito em dúvida: como se faz isso?

O pastor lhes entregou uma peneira e disse:

– Vão até o rio e encham essa peneira com água, quando conseguirem vocês terão a resposta

Os três jovens foram ao rio um tanto quanto duvidosos e incrédulos. 

Chegando no rio, eles tentaram, mas não conseguiam pensar em alguma forma de encher aquela peneira de água. Então, dois disseram:

– Aquele pastor está louco, vamos embora senão ficaremos o dia todo aqui.

Horas mais tarde o pastor foi até aquele rio e encontrou apenas um dos jovens que mergulhava a peneira e a levantava, repetidas vezes.

 Ao ver o pastor ele disse meio triste:

– Ah pastor, quando eu coloco a peneira no rio ela fica cheia, mas quando tiro ela esvazia!
 O que você disse é impossível! Não há como encher essa peneira de água.


– Eis a sua resposta meu jovem, você só conseguirá encher a peneira enquanto permanecer com ela mergulhada no rio. 

Assim também é para ser cheio do Espírito Santo. Só conseguirá ser cheio se permanecer mergulhado n’Ele!  

***

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O GATO



O gato que parece crente e o crente que parece gato


Certo dia um gato andava pela região onde havia uma igreja. Ele foi se achegando e avaliando se ali haveria um lugar para ele, pois estava sem um lugar seguro para passar a noite. 

Como a porta da igreja estava aberta e ninguém que lhe oferecia perigo estava por ali, o gato entrou calmamente. Deu uma volta pelo ambiente, olhou em todas as direções e ficou por ali, pois gostou muito do local, o local era tranquilo e lhe parecia muito bom para passar a noite.

Aos poucos as pessoas iam entrando na igreja e logo muitos faziam carinho no gato, davam comida a ele, conversavam com ele, brincavam com ele. Logo o gato ficou amigo de todos e estava presente todos os dias naquela igreja. Não tinha uma reunião em que o gato não estava.

O tempo passou e já fazia alguns meses que o gato estava ali naquela igreja. Ele não saia dali. Estava sempre presente.

Um dia, o pastor da igreja, observando o gato dia após dia, resolveu compartilhar sobre ele em um dos cultos da igreja.

– Quantos já viram aquele gatinho bonitinho que sempre está aqui em nossa igreja?

Quase todos levantaram as mãos, pois o gatinho era tão bonitinho que fazia muito sucesso por ali. O pastor, então, continuou:

– Vocês acham que esse gato é um gato crente?

A igreja toda estranhou a pergunta, mas ficou em silêncio enquanto o pastor seguia com o sermão.

– Pois é, irmãos, faz alguns meses que esse gato está vindo aqui na igreja. Ele está em todas as reuniões que fazemos. Observando-o, percebi que ele até parece um gato crente. Mas será que esse gato é um gato dedicado a Deus?

A igreja sem entender nada permanecia em silêncio. O pastor continuou:

– Vejamos se esse gato é crente, pois ele está todos os dias na igreja, não é verdade?!:

– O gato tem uma vida de oração? Não!
– O gato lê a Bíblia diariamente? Não!
– O gato evangeliza as pessoas? Não!
– O gato jejua ao Senhor? Não!
– O gato contribui para a obra de Deus? Não!
– O gato é um intercessor? Não!

A igreja, então, em silêncio aguardava a conclusão do pastor.


– Pois é, irmãos, muitas vezes somos como esse gato. Estamos na igreja, frequentamos, até parece que somos crentes por estar em lugares que crentes estão, mas, de verdade, como o gato, não somos crentes dedicados ao Senhor. Somos apenas como gatos que parecem crentes.  

***

OOLÁ E OOLIBÁ - DUAS PROSTITUTAS EXPERIENTES



OOLÁ E OOLIBÁ - DUAS PROSTITUTAS EXPERIENTES
Veio mais a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, houve duas mulheres, filhas de uma mesma mãe. Estas se prostituíram no Egito; prostituíram-se na sua mocidade; ali foram apertados os seus seios, e ali foram apalpados os seios da sua virgindade. E os seus nomes eram: Aolá, a mais velha, e Aolibá, sua irmã; e foram minhas, e tiveram filhos e filhas; e, quanto aos seus nomes, Samaria é Aolá, e Jerusalém é Aolibá.
(Ezequiel 23:1-4)
No livro de Ezequiel no capítulo 23 há julgamento de Deus para o seu povo
I. JULGAMENTO SOBRE JUDÁ E JERUSALÉM (1.1-24.27).
A segunda série de visões, a vocação, os atos simbólicos e os discursos relacionados de Ezequiel (8.1-24.27).
l. A parábola das duas irmãs meretrizes (23.1-49).
Aqui neste capítulo veremos, nesses próximos 49 versículos, a parábola das duas irmãs meretrizes. Uma alegoria na qual Ezequiel apresenta Samaria e Jerusalém como duas irmãs meretrizes.
"Oolá" representava Samaria, a capital do Reino do Norte, enquanto "Oolibá" representava Jerusalém, capital do Reino do Sul (20.4).
Ao profeta de Deus veio a palavra do Senhor explicando que havia duas mulheres, filhas da mesma mãe, que se prostituiram no Egito, desde a sua mocidade.
Ezequiel descreve primeiro Oolá (vs. 4-10) e, depois, a sua irmã (vs. 11-35); ele, depois, resume a história delas e pronuncia a sentença de ambas (vs. 36-49).
Embora Ezequiel enfatizasse que cada pessoa e cada geração assumiria a responsabilidade pelos seus próprios pecados (18.1-32), ele também entendia a culpa como cumulativa e a punição como prorrogada.
Aqui os pecados pelos quais os dois reinos deveriam ser julgados haviam começado com a sua prostituição no Egito - 16.26; 20.4-9.
Oolá (vs. 4-10).
As irmãs eram as "esposas" do Senhor, isto é, tinham um relacionamento de aliança com ele e ambas enamoraram-se dos seus amantes.
Oolá enamorou-se dos assírios, os seus vizinhos, que se vestiam de azul, governadores e magistrados, mancebos cobiçáveis, cavaleiros montados a cavalo.
Alianças estrangeiras quebraram o juramento de Israel de fidelidade exclusiva ao Senhor tanto quanto a idolatria o fizera (vs. 5-10; 16.26-29; Oseias 8.9).
Sua prostituição não assegurou a admiração ou afeição dos amantes assírios - muito pelo contrário (23.9-10). A Assíria destruiu o Reino do Norte (2Rs 17.5-6).
Cometeu ela devassidões com eles, os assírios e contaminou-se com os ídolos de quem se enamorava. Também pudera, estava tão acostumada com os egípcios e suas prostituições. O resultado agora é que ela seria entregue nas mãos de seus amantes que descobririam a sua nudez e levariam os seus filhos, mas a ela matariam à espada.
Tornou-se, destarte, um provérbio entre as mulheres pois sobre ela foram executados os juízos de Deus.
Oolibá (vs. 11-35).
A sua irmã Oolibá, de quem se esperaria maior temor, praticou devassidões ainda maiores. Em vez de aprender com a experiência de Samaria, Jerusalém fez ainda pior.
Após a destruição do Reino do Norte, a Assíria foi a força política dominante em Judá durante o século seguinte (2Rs 15.29; 16.7-10; 17.3-6; 18-19; 2Cr 28.16-21; 30.6; 32.1-22; 33.11). Textos extra bíblicos também confirmam contatos com os reis da Assíria tanto por parte de Israel quanto de Judá.
Judá selou alianças contra a Assíria com a Babilónia (2Rs 20.12-18; 23. 29, 2Cr 33.11; Is 39.1). De vez em quando, a política a favor da Babilônia tornava-se contrária à Babilônia (23.7) e incluía aberturas em relação ao Egito (23.19-21).
Jerusalém que deveria ser fiel ao Senhor não resistiu aos encantos dos assírios, nem dos babilônios, nem dos egípcios e com eles todos se prostituiu. Era fraca a sua carne, vontade e desejos, por isso era abusada e se tornou devassa e totalmente alienada.
A descrição é tão forte que no verso 20, Ezequiel fala dos membros e dos fluxos de seus amantes, como que fazendo uma alusão à bestialidade, uma ofensa capital em Israel (veja Ex 22.19).
No entanto, ela era viciada na luxuria desde a sua mocidade quando esteve no Egito que lhe fazia carícias que ela tanto gostava. Por isso, o Senhor Deus contra ela suscitaria os seus amantes com as quais sua alma se alienara e os traria de todos os lados, de Pecode, Soa, Coa.
Lugares identificados corno tribos arameias que ocupavam áreas a leste do rio Tigre. Tribos com nomes aproximadamente semelhantes a esses são conhecidas nessa região a partir de inscrições assírias e babilônias.
E eles viriam contra ela com armas, carros e carroças e com ajuntamento de povos prontos a executarem nela os seus juízos que eram da parte de Deus.
Deus estaria contra ela, por isso viriam contudo contra Jerusalém e tomariam os seus filhos e filhas e depois poriam fogo que queimariam os seus vestidos e tomariam as suas joias de adorno e assim, o Senhor faria cessar toda a sua luxuria e a sua prostituição trazida desde a sua mocidade, trazida dos tempos do Egito, de modo que seria realmente forte a ponto de fazê-la esquecer de tudo isso do passado.
Eles, os seus amantes, iriam fazer tudo isso com ela com grande zelo e ódio, levando todo o fruto do trabalho dela e deixando-a nua e despida, descoberta e exposta a vergonha da sua prostituição. Tudo isso aconteceria porque ela se prostituiu após as nações e se contaminou com os seus ídolos – vs. 30.
Dos versos 31 ao 34, uma exposição do cálice da ira do Senhor contra ela que andou no caminho das prostituições de sua irmã. Ela iria beber o cálice da irmã que tinha as seguintes e interessantes características:
· Era fundo e largo.
· Serviria de riso e escárnio, pois que era muito grande.
· Provocaria embriaguez, mas também tristeza por causa da dor decorrente.
· Seria sorvido com espanto e assolação.
· Até a última gota seria bebido e esgotado.
· Roeria os seus cascos e rasgarias os seus próprios peitos.
O copo ou a taça se refere a uma metáfora comum na Bíblia, algumas vezes simbólica das bênçãos de Deus (SI 16.5; 23.5; 116.13; 1Co 10.16), e outras vezes da sua fúria e ira (75.7-8; Is 51.17-20; Jr 25.12-29; 49.12; 51.7; Lm 4.21; Hc 2.16; Zc 12.2; Ap 14.9-11).
O cálice da ira de Deus era o cálice a respeito do qual Jesus orou no jardim do Getsêmani (Mt 26.39,42) e foi o foco principal no relato de João sobre a crucificação (Jo 18.11; 19.28-30).
Tudo aconteceria porque o Senhor falou! Se tivessem prestado atenção, teriam sidos poupados dessas desgraças. Porque se esqueceram dele, do Senhor e o lançaram para trás, também agora carregariam a sua própria luxuria e as suas próprias devassidões. Isso nos remete a Romanos 1 quando o Senhor resolve entregar cada um a si mesmo por causa da rejeição dele.
Resumo da história de Oolá e Oolibá – Pronunciamento da Sentença de ambas (vs. 36-49).
No verso 36, uma pergunta retórica a Ezequiel que haveria de julgar Oolá e Oolibá por causa de suas abominações.
Elas tinham se adulterado e sangue se achava em suas mãos. Com seus ídolos adulteraram e até seus filhos, que do Senhor tinham sido gerados, foram oferecidos em holocausto para serem consumidos – vs. 37.
Também contaminaram o seu santuário e profanaram os seus sábados,
no meio do dia, a plena luz do dia, sem demonstrarem nenhuma reverencia ou temor a Deus. As descrições de suas abominações continua a ser citada, até o verso 45 de Ezequiel 23.
O Senhor diz então que faria subir contra ela uma hoste e entregá-la-ia ao tumulto e ao sangue. Essa hoste haveria de apedrejá-la, matá-la à espada, trucidar os seus filhos e filhas e queimar as suas casas ao fogo.
Somente assim, entendia Deus que faria cessar da terra a lascívia e provocaria nas outras mulheres um temor e uma reverência que as afastaria de toda lascívia.
Ela receberia a devida paga de seu procedimento lascivo e levaria os pecados dos seus ídolos. Somente assim, infelizmente, poderiam saber que Deus é o Senhor.
***

A ESTRADA MENOS TRILHADA

  A ESTRADA MENOS TRILHADA A ESTRADA MENOS TRILHADA  Acordei pensando no caminho estreito proposto por JESUS, aquele pouco trilhado, sem gra...